No escritório, o funil de captação é o pedaço visível. A gestão de verdade passa por cadastro de processo, andamento, publicação no diário, prazo fatal, honorário, boleto e — cada vez mais — o cliente perguntando no WhatsApp como anda o caso. Um CRM de vendas que só organiza lead e um software jurídico com controladoria não disputam o mesmo comprador.
Há ainda um terceiro grupo, fácil de misturar na demo: o módulo à parte. WhatsApp, portal do cliente, IA de peças e API às vezes são outro produto da mesma marca, ou integração com Chat Jurídico, Idvzap e similares. Esta régua marca o recurso como nativo só quando o próprio fornecedor o vende no produto avaliado, mesmo pago à parte. Parceiro, extensão e “compartilhar no WhatsApp Web” contam como ausência — e a ficha explica o que existe do lado de fora.
O que ficou de fora
O recorte são sistemas de gestão para escritório de advocacia com oferta pública no Brasil. Ficaram de fora de propósito o Themis (Aurum) e o Projuris ONE, feitos para departamento jurídico de empresa; Elaw e Benner, na mesma lógica corporativa; Jusbrasil e Escavador, que pesquisam e monitoram e não substituem a gestão do escritório; o CP-Pro, descontinuado pela Thomson Reuters em favor do Legal One; e o HighQ, vendido ao lado do Legal One como outro contrato. Pesquisa jurídica e IA avulsa não entram como ficha.