No Brasil o lead chega no WhatsApp e, com frequência, fecha ali. O CRM que só guarda o nome empurra a conversa para o celular do vendedor. A extensão que cola um cartão ao lado do WhatsApp Web também não é inbox: o histórico mora no navegador de uma pessoa, some quando ela sai, e a Meta não trata aquilo como canal de empresa.
Há três grupos fáceis de misturar na demo. O CRM de WhatsApp junta conversa, número compartilhado e funil no mesmo produto. A caixa de atendimento faz a inbox muito bem e deixa o pipeline para outro sistema. O CRM genérico tem funil maduro e trata o zap como extensão, produto irmão ou integração em beta. Esta régua marca o recurso no produto avaliado. Módulo à parte, extensão e sessão web ficam de fora — e a ficha explica o que existe do lado de fora.
A tarifa da Meta (marketing, utilidade, autenticação, serviço) quase nunca está na mensalidade do software. A nota de preço olha a tabela do produto, a moeda e o que é adicional. Não soma o custo por mensagem, que muda por país e por categoria.
O recorte não é o catálogo inteiro. Entraram ferramentas com página oficial legível neste ciclo. Ficaram de fora provedores que só vendem a API, plataformas enterprise de bot sem tabela comparável neste recorte (Blip, Zenvia) e stacks de disparo que não se apresentam como CRM.